Aprenda a distinguir personalidade forte de falta de educação Aprenda a distinguir personalidade forte de falta de educação

Vamos refletir sobre a temática da falta de educação que é erroneamente associada à forte personalidade.

Diariamente, nos relacionamos com seres humanos dos mais diversos comportamentos. Seja em casa, seja no trabalho ou em qualquer outro ambiente em que estejamos inseridos, há sempre um indivíduo que se distingue dos demais por apresentar um temperamento mais explosivo. A estes indivíduos, é atribuído o rótulo de “pessoa de personalidade forte.” Na maioria das vezes estes seres são difíceis de lidar no dia-a-dia porque suas atitudes em relação ao próximo são pautadas pela arrogância, deselegância e aquilo que chamamos popularmente de grosseria. Não há nenhuma regra de etiqueta para eles. É quase impossível estabelecer um diálogo cordial com estas pessoas por causa deste tipo de comportamento agressivo.




Personalidade forte nada tem a ver com este tipo de postura que foi descrita no parágrafo anterior. Homens e mulheres de personalidade forte, são aqueles que respeitam o próximo, defendem com educação seus pontos de vista, não se deixam abater diante das dificuldades impostas pela vida, não são influenciáveis e se mantém firmes no que tange aos princípios e diretrizes adotados para nortear suas relações sociais. Ter personalidade forte significa ser firme, e não mal educado. Atitudes grosseiras e deselegantes são fortes indícios de falta de educação. Tal postura atribui aos seres o estigma do antipático. É preciso ter controle para não ferir o sentimento de pessoas que muitas vezes nos são caras.

Desconstrua esta retórica de que ter personalidade forte é sinônimo de grosseria e arrogância. Tenha em mente que pessoas que agem desta forma possuem uma personalidade fraca porque não conseguem controlar sua impulsividade. Indivíduos de forte personalidade sabem se posicionar sem agredir verbalmente seus semelhantes.

Aprenda a se controlar e saiba silenciar quando for realmente necessário.

Fonte: Pensar bem viver bem