Afinal, o dragão do último episódio de ‘GoT’ cospe fogo?

O último episódio da 7ª temporada de ‘Game of Thrones’ foi o mais longo da série até agora, com aproximadamente 1 hora e 20 minutos de duração. Intitulado de “The Dragon and the Wolf”, o capítulo faz alusão à Daenerys Targaryen, mãe dos dragões, e à Casa Stark de Winterfell, que possui um lobo no brasão da família.




AVISO: spoilers a partir do próximo parágrafo!

O episódio também tem outra referência a dragões. Trata-se de Viserion, filho de Dany, que que foi morto e transformado em White Walker pelo Rei da Noite, no 6º capítulo da temporada.

Nas cenas finais, o Rei da Noite está montado no animal, que cospe uma substância azul na Muralha e a derruba, permitindo a passagem do exército dos mortos para Westeros.


Alguns fãs da série estão chamando Viserion de ‘dragão de gelo’. Entranto, ele ainda é um animal que cospe fogo. A diferença está apenas na cor: em vez de chamas vermelhas ou laranjas, elas são azuis.

O próprio autor do universo de GoT, George R. R. Martin já disse que dragões de gelo são espécies completamente distintos dos dragões de Daenerys.

No livro O Mundo de Gelo & Fogo, Martin relata a diferença entre as espécies. “Enquanto dragões comuns respiram fogo, dragões de gelo respiram frio, um ar gélido tão terrível que pode congelar um homem sólido em apenas meio batimento cardíaco”, escreve.

“Como há a suposição que os dragões de gelo derretem quando morrem, não foram econtradas provas da existência deles.”

Ou seja, apesar de Viserion ter se tornado um White Walker, ele não virou outro tipo de dragão. Para esclarecer: agora ele é um dragão morto com pigmentação azul.

Papo de Macho

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